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Senado aprova projeto contra “adultização” de crianças na internet

  • Foto do escritor: Michel Bruno
    Michel Bruno
  • 27 de ago. de 2025
  • 1 min de leitura

O Senado aprovou nesta quarta-feira, 27, em votação simbólica, o projeto que estabelece regras para coibir a chamada “adultização” de crianças e adolescentes nas plataformas digitais. Apenas quatro senadores se manifestaram contra a proposta: Carlos Portinho (PL-RJ), Eduardo Girão (Novo-CE), Jaime Bagatolli (PL-RO) e Luis Carlos Heinze (PP-RS).



Pelo texto, as empresas de tecnologia terão de agir de forma imediata diante de conteúdos que envolvam abuso sexual, sequestro, aliciamento ou exploração infantil, comunicando as autoridades competentes no Brasil e no exterior. As plataformas também deverão manter canais de denúncia acessíveis.


A proposta limita quem pode formalizar denúncias: apenas vítimas, responsáveis legais, Ministério Público ou entidades de defesa dos direitos da infância e adolescência terão legitimidade, sem necessidade de decisão judicial.


Outro ponto aprovado prevê que o usuário seja notificado antes da remoção de conteúdos considerados irregulares, com possibilidade de recurso. Além disso, as plataformas terão de informar se a análise foi feita por inteligência artificial ou por pessoa física.


Entre os conteúdos classificados como inadequados para crianças e adolescentes estão:


exploração e abuso sexual;


violência, bullying virtual e assédio;


incentivo à automutilação, drogas e apostas;


promoção de álcool, tabaco e substâncias ilícitas;


publicidade predatória ou enganosa;


conteúdo pornográfico.

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