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Paraibano Hugo Motta barra indicação de Eduardo Bolsonaro como líder da minoria na Câmara

  • Foto do escritor: Gustavo Carneiro
    Gustavo Carneiro
  • 23 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), rejeitou a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para a liderança da minoria. A sugestão havia sido feita pelo líder do PL, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), com a intenção de garantir que Eduardo mantivesse o cargo mesmo residindo nos Estados Unidos.


Segundo parecer da Secretaria-Geral da Mesa, a ausência do parlamentar do território nacional, sem comunicação oficial à Casa, já configura violação de deveres regimentais. O documento reforça que a função de liderança exige presença física no Brasil, especialmente para tarefas como orientar bancadas em votações, usar tempo de líder em debates e atuar em comissões.


Na semana passada, a deputada Caroline de Toni (PL-SC) havia renunciado ao posto em favor de Eduardo Bolsonaro. A manobra buscava evitar que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro fosse punido por faltas no plenário.


O parecer publicado nesta terça-feira (23) destaca que a liderança da minoria “não pode ser exercida de forma simbólica ou remota” e que a ausência do deputado compromete atividades essenciais ao cargo.


Caso será avaliado no Conselho de Ética


Ainda nesta terça-feira, o Conselho de Ética da Câmara inicia a análise de uma representação apresentada pelo PT contra Eduardo Bolsonaro. O partido pede a cassação do mandato por quebra de decoro, acusando-o de atacar instituições e incentivar atos antidemocráticos.


Morando nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro tem atuado para pressionar as autoridades brasileiras a realizar uma anistia para o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado - (crédito: Reprodução/Instagram @bolsonarosp)
Morando nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro tem atuado para pressionar as autoridades brasileiras a realizar uma anistia para o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado - (crédito: Reprodução/Instagram @bolsonarosp)

Denúncia da PGR


Paralelamente, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, denunciou Eduardo Bolsonaro e o blogueiro Paulo Figueiredo ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ambos são acusados de coação em processo judicial, por supostamente tentar intimidar autoridades brasileiras e condicionar decisões à pressão de sanções de autoridades norte-americanas.


Da Redação com Correio Braziliense

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